Segunda-Feira - 21 de setembro de 2026
FHO marca presença na 10ª edição da Copa Terceirão com suporte especializado em Fisioterapia

Com mais de 1.600 atletas de nove cidades, evento histórico conta com atuação prática da Liga Acadêmica de Fisioterapia Esportiva da FHO.

A Copa Terceirão chegou à sua 10ª edição como um dos maiores eventos esportivos estudantis da região. Realizada em setembro, a competição reúne mais de 1.600 atletas de Americana, Araras, Campinas, Limeira, Nova Odessa, Piracicaba, Santa Bárbara d'Oeste, Sorocaba e Sumaré, disputando modalidades como futebol, vôlei, basquete e handebol.

Para Denis Dias, organizador do torneio, a marca de uma década é um marco histórico que ganhou ainda mais força graças à parceria com a Fundação Hermínio Ometto (FHO). ''É um marco na história de qualquer evento. E a parceria com a FHO está sendo fundamental porque estamos conseguindo proporcionar coisas que antes não conseguíamos, como o atendimento dedicado aos atletas com a equipe de fisioterapia. Todo o suporte que eles vêm nos dando é indispensável para que a competição aconteça com essa estrutura'', celebra Denis.

Solidariedade que entra em campo

Além de promover a integração e a prática esportiva, a Copa Terceirão mantém forte o seu compromisso social. O evento conta com uma dinâmica beneficente em que a entrada para acompanhar os jogos é de 1 kg de alimento não perecível. ''A cidade retribui muito para a gente, então nós retribuímos para a cidade'', reforça o organizador.

Da sala de aula para a alta performance: a atuação da LAFE

Se para os atletas o suporte técnico faz toda a diferença no rendimento, para os estudantes da FHO a oportunidade é uma verdadeira imersão profissional. A Liga Acadêmica de Fisioterapia Esportiva (LAFE) marcou presença com uma tenda estruturada para cuidar da saúde dos competidores do início ao fim das partidas.

A LAFE esteve representada no evento pelos professores Augusto Franchin e Douglas Dirceu Megiatto Filho. O Prof. Me. Douglas Dirceu Megiatto Filho explica a importância da atuação dos acadêmicos no evento. Segundo ele, o trabalho se divide entre o suporte imediato e a recuperação muscular: ''A importância de ter um fisioterapeuta num evento como esse é realizar o primeiro atendimento na hora em que o atleta sofre uma pancada ou trauma. Além disso, estamos na tenda justamente para o pós-jogo, fazendo o famoso 'recovery' para que eles se recuperem de uma partida estressante. O atleta faz terapia manual, eletroterapia e bandagem, o que potencializa seu desempenho e o deixa melhor preparado para o próximo confronto.''.

Para a formação dos alunos, a vivência prática em um ambiente de alta intensidade é insubstituível. ''É fundamental! O aluno já começa a ter a experiência de como é a atuação da fisioterapia dentro de um evento esportivo real, indo muito além da clínica. Ele acompanha o atendimento, observa os diferentes mecanismos de trauma durante o jogo e absorve nuances que só a prática proporciona'', conclui Douglas.

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