Com mais de 1.600 atletas de nove cidades, evento histórico conta com atuação prática da Liga Acadêmica de Fisioterapia Esportiva da FHO.
A Copa Terceirão chegou à sua 10ª edição como um dos maiores eventos esportivos estudantis da região. Realizada em setembro, a competição reúne mais de 1.600 atletas de Americana, Araras, Campinas, Limeira, Nova Odessa, Piracicaba, Santa Bárbara d'Oeste, Sorocaba e Sumaré, disputando modalidades como futebol, vôlei, basquete e handebol.
Para Denis Dias, organizador do torneio, a marca de uma década é um marco histórico que ganhou ainda mais força graças à parceria com a Fundação Hermínio Ometto (FHO). ''É um marco na história de qualquer evento. E a parceria com a FHO está sendo fundamental porque estamos conseguindo proporcionar coisas que antes não conseguíamos, como o atendimento dedicado aos atletas com a equipe de fisioterapia. Todo o suporte que eles vêm nos dando é indispensável para que a competição aconteça com essa estrutura'', celebra Denis.
Além de promover a integração e a prática esportiva, a Copa Terceirão mantém forte o seu compromisso social. O evento conta com uma dinâmica beneficente em que a entrada para acompanhar os jogos é de 1 kg de alimento não perecível. ''A cidade retribui muito para a gente, então nós retribuímos para a cidade'', reforça o organizador.
Se para os atletas o suporte técnico faz toda a diferença no rendimento, para os estudantes da FHO a oportunidade é uma verdadeira imersão profissional. A Liga Acadêmica de Fisioterapia Esportiva (LAFE) marcou presença com uma tenda estruturada para cuidar da saúde dos competidores do início ao fim das partidas.
A LAFE esteve representada no evento pelos professores Augusto Franchin e Douglas Dirceu Megiatto Filho. O Prof. Me. Douglas Dirceu Megiatto Filho explica a importância da atuação dos acadêmicos no evento. Segundo ele, o trabalho se divide entre o suporte imediato e a recuperação muscular: ''A importância de ter um fisioterapeuta num evento como esse é realizar o primeiro atendimento na hora em que o atleta sofre uma pancada ou trauma. Além disso, estamos na tenda justamente para o pós-jogo, fazendo o famoso 'recovery' para que eles se recuperem de uma partida estressante. O atleta faz terapia manual, eletroterapia e bandagem, o que potencializa seu desempenho e o deixa melhor preparado para o próximo confronto.''.
Para a formação dos alunos, a vivência prática em um ambiente de alta intensidade é insubstituível. ''É fundamental! O aluno já começa a ter a experiência de como é a atuação da fisioterapia dentro de um evento esportivo real, indo muito além da clínica. Ele acompanha o atendimento, observa os diferentes mecanismos de trauma durante o jogo e absorve nuances que só a prática proporciona'', conclui Douglas.

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