Com o aumento das chuvas no início do ano e a consequente subida no número de casos de dengue, o curso de Farmácia da FHO promoveu uma palestra educativa voltada aos funcionários da Instituição no Campus Araras. A iniciativa teve como objetivo transformar o público interno em agentes ativos de prevenção, oferecendo informações técnicas que vão além do básico ''combater a água parada''.
Durante a palestra, os estudantes abordaram temas cruciais, como a diferenciação dos sintomas da dengue em relação a outras viroses, o uso correto de repelentes e as orientações sobre automedicação.
Para Igor Monteiro, aluno de Farmácia e um dos palestrantes, a clareza sobre os sintomas é um diferencial para o diagnóstico precoce: ''A dengue pode ser confundida com outras doenças virais. Nosso objetivo foi mostrar essas diferenças e conscientizar sobre a prevenção, porque quando cada um faz um pouco, o resultado final é positivo'', afirmou.
A aluna Mariana Silveira reforçou que, embora o assunto seja recorrente, ainda existe muita desinformação: ''Muita gente acha que é uma doença pequena. Alertar sobre o que ela realmente causa, o que pode ou não fazer e quais remédios tomar é uma forma de cuidado com os funcionários. Nosso papel, como estudantes, é levar esse conhecimento da Farmácia Ensino para a comunidade''.
A farmacêutica da FHO, Verônica N. Rossi Chinaglia Breda, destacou que a orientação técnica é fundamental para que as medidas de barreira sejam eficazes. Ela ressaltou a importância de saber, por exemplo, o tempo de reaplicação do repelente e os cuidados com a higiene pessoal após o uso. ''É essencial que eles saibam como agir e quais os primeiros cuidados. Preparamos os alunos para que eles transmitam essa gravidade e os cuidados domésticos, especialmente em um ambiente onde o clima e a vegetação exigem atenção constante'', explicou Verônica.
Para quem assistiu, as orientações trouxeram novos olhares sobre o tema. Beatriz Jacinto, auxiliar administrativa da FHO, destacou que o conteúdo foi enriquecedor por tratar de pontos que vão além do senso comum. ''É uma palestra muito enriquecedora porque, muitas vezes, a gente só ouve falar de água parada. Mas tem muito mais a ver com isso: tem a parte de tratamento, remédios caseiros e o perigo da automedicação. É importante ter profissionais capacitados passando isso para a gente'', afirmou Beatriz.

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