AÇÕES DE EXTENSÃO Serviço de Psicologia no Conselho Tutelar
Ano
2011
Objetivo
Realizar atendimento psicológico a crianças, adolescentes e famílias encaminhados pelo Conselho Tutelar de Araras, com o objetivo principal de avaliar o caso e sugerir ações necessárias para garantir os direitos da criança, do adolescente e da família.
Realizar discussões de caso com o Conselho Tutelar, para avaliar os serviços e políticas disponíveis no município adequados para preservar os princípios do ECA.
Oferecer, aos Conselheiros, um espaço para discussão e solução dos problemas que enfrentam e de refletir sobre sua ação e suas relações com o contexto social, econômico e político do país.
Análise
Faz-se importante desenvolver ações que visam auxiliar na implementação efetiva do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Ações
1. Atendimento individual (avaliação psicológica) O objetivo do atendimento é avaliar como a situação (queixa) está sendo vivenciada e compreendida pela criança/adolescente/pais. O importante é que o estagiário descubra como o atendido está vivenciando está situação e quais os direitos que estão sendo ameaçados ou violados. Outro aspecto fundamental é descobrir se existe alguma rede de apoio (programas, serviços ou equipamentos) que pode acompanhar o caso. Por último, averiguar a necessidade de um encaminhamento (para serviços ou para psicoterapia).
Outro aspecto relevante, concernente ao atendimento, refere-se à proposta de formação de grupos. A partir das necessidades, realidades, dificuldades e condições dos atendidos, pensaremos na possibilidade de formar grupos-oficinas. Estes grupos-oficinas terão por objetivo principal a convivência social e a discussão de temas que sejam de interesse comum aos seus participantes.
2. Visita domiciliar todos os casos receberão visita domiciliar pela dupla de estagiários. O objetivo é conhecer a realidade do atendido em seu ambiente natural. Durante a visita, o estagiário deve investigar como são as relações do atendido neste espaço e se existem programas, serviços ou equipamentos próximos que podem auxiliar no atendimento posterior. A visita exige a elaboração de um relatório.
3. Visita à escola como na maioria dos casos, tratar-se-á de casos de crianças e adolescentes, faz-se necessária a visita à escola. O objetivo é conhecer a realidade escolar do atendido: desempenho, freqüência, histórico, opinião de professores e diretores acerca do atendido.
4. Plantão Psicológico: realizar acolhimento e primeiro atendimento a criança, adolescente e/ou família que procure o Conselho Tutelar, nos casos em que o conselheiro tutelar solicitar. Após este primeiro atendimento, o estagiário deverá realizar uma triagem para saber se será necessário encaminhar para avaliação psicológica.
Dados gerais
Responsável: Camila Santos Dias
E-mail do responsável: 1. Atendimento individual (avaliação psicológica) O objetivo do atendimento é avaliar como a situação (queixa) está sendo vivenciada e compreendida pela criança/adolescente/pais. O importante é que o estagiário descubra como o atendido está vivenciando está situação e quais os direitos que estão sendo ameaçados ou violados. Outro aspecto fundamental é descobrir se existe alguma rede de apoio (programas, serviços ou equipamentos) que pode acompanhar o caso. Por último, averiguar a necessidade de um encaminhamento (para serviços ou para psicoterapia).
Outro aspecto relevante, concernente ao atendimento, refere-se à proposta de formação de grupos. A partir das necessidades, realidades, dificuldades e condições dos atendidos, pensaremos na possibilidade de formar grupos-oficinas. Estes grupos-oficinas terão por objetivo principal a convivência social e a discussão de temas que sejam de interesse comum aos seus participantes.
2. Visita domiciliar todos os casos receberão visita domiciliar pela dupla de estagiários. O objetivo é conhecer a realidade do atendido em seu ambiente natural. Durante a visita, o estagiário deve investigar como são as relações do atendido neste espaço e se existem programas, serviços ou equipamentos próximos que podem auxiliar no atendimento posterior. A visita exige a elaboração de um relatório.
3. Visita à escola como na maioria dos casos, tratar-se-á de casos de crianças e adolescentes, faz-se necessária a visita à escola. O objetivo é conhecer a realidade escolar do atendido: desempenho, freqüência, histórico, opinião de professores e diretores acerca do atendido.
4. Plantão Psicológico: realizar acolhimento e primeiro atendimento a criança, adolescente e/ou família que procure o Conselho Tutelar, nos casos em que o conselheiro tutelar solicitar. Após este primeiro atendimento, o estagiário deverá realizar uma triagem para saber se será necessário encaminhar para avaliação psicológica.