Informações do projeto
Objetivo
Implantar um modelo de Atenção farmacêutica do tipo específico aos pacientes pertencentes á clínica Odontológica da UNIARARAS, com metodologia científica, fazendo todo o acompanhamento deste.
Ações realizadas
As equipes envolvidas com o projeto acompanham o paciente tanto na primeira visita (anamnese) quanto na preparação pré-cirúrgica e cirurgia. Na clínica de PNE os pacientes são acompanhados junto com seu responsável para o levantamento do perfil farmacoterapeutico. Foram elaborados formulários padronizados, divididos em duas etapas: a primeira enfocando a anamnese e a segunda com enfoque na preparação pré-cirúrgica,e nos pacientes da clínica de PNE o acompanhamento ocorre a cada retorno do paciente. É realizado o acompanhamento farmacoterapêutico. O paciente neste momento é instruído a trazer todos os medicamentos que normalmente faz uso (tantos os prescritos por médicos como os de auto-medicaçao). Na fase do acompanhamento farmacoterapeutico, quando é necessário a intervenção, a mesma é feita junto ao prescritor, após avaliação das possíveis interações medicamentosas.
Análise
A ação do farmacêutico na assistencia e atenção foi positiva quando relatada por pacientes, para os dentistas a integração só vem a garantir maior segurança nas orientações e adesão ao tratamento medicamentoso.
Resultado
As cirurgias mais comuns são de extração dentária e periodontais, os fármacos mais prescritos de acordo com o protocolo da clínica de Odontologia(UNIARARAS)são: amoxicilina, diclofenaco de sódio, dipirona e paracetamol.Os pacientes após orientação, se preocupam em trazer os medicamentos que fazem uso em casa, pois começam a entender os perigos das interações medicamentosas. Após a cirúrgia, os pacientes e alunos de farmácia e odontologia são encaminhados à Farmácia- ensino, onde são feitas as devidas orientações medicamentosas, bem como a assistência e atenção farmacêutica em uma sala específica para esta finalidade.;No período de abril à junho de 2006, obteve-se 35 adesões, sendo 21 de usuários do sexo masculino e 14 do sexo feminino. A faixa etária predominante é de 40 a 50 anos para o sexo feminino e de 50 a 60 anos para o sexo masculino. As doenças crônicas degenerativas que predominam para ambos os sexos são o Diabetes mellitus e a hipertensão onde os usuários fazem utilização de medicamentos de uso contínuo e são mais propícios a interações medicamentosas. Na fase de acompanhamento farmacoterapêutico, quando foi necessário a realização de intervenção, a mesma foi feita juntamente com o prescritor, após avaliação das possíveis interações medicamentosas. Não existe um padrão para avaliar a satisfação do paciente, mas durante o projeto notou-se receptividade e adesão dos mesmos.;Na clínica cirúrgica da odontologia durante o atendimento em 2007, obtêve-se 44 adesões, sendo 45,45% do sexo masculino e 54,54% do sexo feminino. A faixa etária predominante foi de 20-40 anos. As doenças crônicas degenerativas que predominam para ambos os sexos são o Diabetes mellitus e a hipertensão onde os usuários fazem utilização de medicamentos de uso contínuo e são mais propícios a interações medicamentosas.
Na clínica odontológica para pacientes especiais (PNE) obteve-se 19 adesões (2o semestre de 2007), sendo 52% do sexo masculino e 48% do sexo feminino. A faixa etária de 1 a 20 anos representou 52,6%, de 20 a 30 anos 21% e de 30 a 50 anos 26,4%. Todos os pacientes utilizam medicamentos para controlar sua deficiência, sendo os mais utilizados: carbamazepina, ácido valpróico, clonazepam e fenobarbital.
Na fase de acompanhamento farmacoterapêutico, tanto para a clínica de pacientes especiais quanto para a clínica de cirurgia, quando foi necessário a realização de intervenção da prescrição, a mesma foi feita juntamente com o prescritor, após avaliação das possíveis interações medicamentosas. Não existe um padrão para avaliar a satisfação do paciente, mas durante o projeto notou-se receptividade e adesão dos mesmos.
;Na clínica odontológica para pacientes especiais (PNE) obteve-se 16 adesões, todos os pacientes participantes do projeto utilizam medicamentos para controlar sua deficiência, sendo os mais utilizados: carbamazepina, ácido valpróico, clonazepam, baclofeno e fenobarbital. Na fase de acompanhamento farmacoterapêutico quando foi necessário a realização de intervenção da prescrição, a mesma foi feita juntamente com o prescritor, após avaliação das possíveis interações medicamentosas e posologia. Não existe um padrão para avaliar a satisfação do paciente, mas durante o projeto notou-se receptividade e adesão dos mesmos.




