Informações do projeto
Objetivo
Capacitar profissionais para o atendimento a portadores mentais graves promover reflexão clínica, levando em conta o posicionamento ético; Desenvolver atividades em espaços comunitários levando em conta aspectos multiinsticionais;proporcionar condições de estudo e pesquisa a cerca da reforma psiquiátrica e do sofrimento mental; criar campos de sociabilidade capazes dar lugar de vida e cidadania para pacientes psiquiátricos; realizar ações de de promoção de saúde mental; colaborar no encaminhamento e acompanhamento de portadores de sofrimento psiquiátrico grave; elaborar comunicação científica e relatórios que discutam o processo e os resultados das intervenções realizadas participar de congressos científicos.
Ações realizadas
Atendimento em grupo de leitura com crianças e origami
Atendimento em grupo de discussão
Participção em reuniões de equipe
Etudos e dicussão teórico-clínicos
Supervisão
Visita a entidades sociais
Análise
Formação profissional clínica, técnica e científica, com ênfase numa perspectiva psicossocial, dos extensionistas voltada para a atenção em saúde mental, incluindo portadores de sofrimento mental severo.
As atividades desenvolvidas têm aberto possibilidades novas de atender à faixa de mais difícil adesão ao tratamento psiquiátrico.
Apresentação, em cogressos, dos resultados das práticas e dos estudos realizados no Projeto
Realizar atividades de promoção e prevenção à saúde mental;
Atendimento grupal de adolescentes com promoção de saúde mental;
Criação de espaços de convivência para usuáriosa do serviço psiquiátrico.
Resultado
Clima (ambiência) mais acolhedor no ambulatório; Crianças e seus acompanhantes sentem maior confiança no serviço de saúde e maior interesse no tratamento; Maior adesão aos procedimentos do ambulatório em crianças e adultos Desenvolvimento de processos de subjetivação no contato com a leitura e com o grupo; Promoção de integração e melhoria do vínculo familiar entre adulto(acompanhantes)-e crianças; diminuição da irritação do tempo de espera pela consulta.;Atividade grupal nas quais os meninos falam dos seus medos, do seu futiro, dos problemas do seu bairro, da sexualidade, uso de drogas; do preconceito de cor e da sua inserção na cidade. Fala-se também de como cuidar de si e dos amigos.;Os adolescentes avaliaram que puderam discutir vários temas, os quais habitualmente eles não discutem, como drogas, namoro, sexo, a cidade, a cor da pele e o racismo. Avaliaram que têm agora mais abertura, mais perspectiva de como fazer a vida, podem ver as coisas com mais pontos de vista.;Clima (ambiência) mais acolhedor no ambulatório Crianças e seus acompanhantes sentem maior interesse no tratamento Maior adesão aos procedimentos do ambulatório em crianças e adultos Desenvolvimento de processos de subjetivação no contato com a leitura e com o grupo Promoção de integração adulto(acompanhantes)-criança




